Conheça a História da Nike e Desperte seu Lado Atleta

Descubra o que é verdade e o que é mentira conhecendo a história da Nike

Estampados com o logotipo gráfico que dispensa apresentações.

Os calçados e produtos esportivos da Nike são um dos preferidos de atletas e praticantes de atividades físicas de todo o mundo.

A marca foi a primeira a investir em tecnologia voltada a calçados.

Assim como a terceirizar sua produção, o que levou muitas multinacionais a fazerem o mesmo.

Em sua trajetória, também teve que lidar com sérias acusações envolvendo a exploração de trabalhadores em fábricas asiáticas.

Conheça a história da Nike

Como surgiu a linha top de tênis Nike

Talvez o sucesso da Nike no meio esportivo deva-se aos seus fundadores.

Que atuavam e entendiam do mundo esportivo: Phil Knight, ex-atleta de corridas de média distância, e Bill Bowerman, seu treinador.

A intenção da Nike era criar uma empresa de calçados para atletas que concorresse com as empresas alemãs que dominavam o mercado americano na época.

Eles fundaram a empresa Blue Ribbon Sports e firmaram parceria com a fabricante de calçados japonesa Asics, que na época se chamava Onitsuka Tiger.

Dessa forma, importavam e revendiam em solo americano os sapatos fabricados com custo menor no Japão.

História da Nike: detalhes que fizeram a diferença

Apesar do sucesso dos tênis “Made in Japão”, os sócios resolveram adaptar os modelos pensando em otimizar o desempenho dos atletas.

Bill incorporou uma entressola totalmente acolchoada. Em seguida, Bowerman, usando uma forma de waffles, criou um solado mais durável e leve.

A partir de então, eles começaram a desenvolver mais tecnologias para os calçados.

O tênis foi equipado com a famosa sola ondulada e aderente, já na década de 1970.

Entre um detalhe e outro, a dupla acabou produzindo seus próprios acessórios.

Para revender, o conhecimento dos empresários no ramo contribuiu muito para o sucesso da marca.

Nos primórdios, eles vendiam os calçados diretamente ao seu público-alvo.

Levando o estoque em competições de atletismo, que eram realizadas em todos os cantos dos Estados Unidos.

Nome e logotipo dão início à história da Nike

Não demorou muito para os empresários perceberem que a empresa que desenvolvia calçados inovadores precisava de nome e logo apropriados.

Em 1971, eles contrataram uma estudante de design que criou o que se transformaria em um dos símbolos gráficos mais famosos do mundo.

O chamado Swoosh, o simbolo da Nike.

Já o nome Nike surgiu um tempo depois como sugestão de Jeff Johson, ex-rival de Phil nas competições de atletismo e, paradoxalmente, um dos primeiros funcionários da Blue Ribbon Sports.

Ele convenceu os donos da marca ao relatar um sonho que teve com a deusa grega da vitória, Niké.

Na Antiguidade, ela era conhecida pela sua habilidade de voar e correr em grandes velocidades.

Nada mais apropriado para a marca que queria ajudar os atletas a baterem recordes, não é mesmo?

Nike em busca da melhor tecnologia em calçados

Em 1978, a Nike começou sua expansão internacional, com produtos exportados para os continentes Sul-americano e Europeu.

Mais tarde, deu outro passo inovador com a inauguração de seu primeiro laboratório de pesquisa e desenvolvimento.

Por meio de estudos e testes de biomecânica e fisiologia do corpo humano, pôde ciar novos e melhores calçados específicos para diversas modalidades e objetivos esportivos.

Nike entra em campo

Declarando-se como uma empresa de artigos esportivos, a marca passou a investir em patrocínio na modalidade mais popular do planeta: o futebol.

Entre as décadas de 1980 e 1990, foram diversas ações, tanto voltadas a atletas individuais como times.

Nike Compra a All Star

Em 2002, a Nike anunciou a compra da marca Converse, responsável pelos famosos All Star.

Com isso, pôde também trabalhar com tênis a preço mais acessível, mercado que até então não tinha conseguido explorar.

Polêmica na história da Nike: uso de mão de obra escrava e infantil

Em 1996, a revista Life publicou uma foto em que um menino paquistanês aparecia costurando bolas de futebol da Nike.

Desde então, a multinacional tenta reverter a fama de explorar mão de obra infantil e passou a investir em ações que repensassem a sua atuação no continente asiático.

Uma dessas atitudes foi trocar as matérias-primas utilizadas para a fabricação dos produtos, como por exemplo a substituição da cola à base de petróleo.

Que é extremamente prejudicial à saúde dos trabalhadores e ao meio ambiente, por uma à base de água.

Além disso, aumentou a fiscalização trabalhista em todas as etapas do processo de fabricação, importação, exportação e até no de pesquisa e desenvolvimento dos produtos.

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