Kipling – Conheça Mais Sobre Essa Marca Cobiçada Pelo Público Teen

A Kipling é uma das marcas preferidas entre o público mais jovem.

Entre seus diferenciais estão o design arrojado, a funcionalidade e durabilidade das bolsa, malas, mochilas e acessórios.

Que ocupam as prateleiras de suas várias lojas espalhadas pelo mundo.

Mas nenhum deles se destaca tanto quanto o divertido chaveiro de macaco que enfeita os produtos da marca e os fazem ser reconhecidos em todos os lugares do mundo.

Conheça a História da Kipling

Mas como surgiu a Kipling?

A marca Kipling surgiu por meio da ideia de Paul Van de Velde.

Que queria criar uma linha de mochilas de nylon com estilo que remetesse à diversão e ao mesmo tempo fosse funcional.

Junto com mais dois amigos, Xavier Kegels e Vicent Haverbeke, tirou a ideia do papel e fundou a Kipling no dia 16 de janeiro de 1987.

Os amigos queriam que sua empresa tivesse um nome que não significasse nada em nenhuma língua e que fosse fácil de se pronunciar em todas as partes do mundo.

Eles foram encontrar o que precisavam no sobrenome do escritor britânico Joseph Rudyard Kipling.

Autor do clássico “Livro da Selva” (The Jungle Book), cujo protagonista é o famoso Mogli, o menino lobo.

Da mesma obra eles tiveram a ideia de usar como mascote um simpático macaco.

Os macaquinhos Kipling

Os primatas são símbolo de diversão, irreverência e aventura, principais características da Kipling.

No início, o mascote só aparecia no logo e, mais tarde, virou o famoso chaveiro de pelúcia.

Nessa época, só havia um tipo, mas conforme a marca evoluiu, ele foi ganhando novas cores e versões.

Cada macaquinho passou a receber nomes de funcionários da empresa, os quais ficam estampados em suas respectivas etiquetas.

A expansão da Kipling

O negócio que começou apenas para produzir mochilas acabou se expandindo.

Em pouco tempo e oferecendo também bolsas, malas, carteiras, necessáires, estojos e frasqueiras com estilo próprio, original e inconfundível.

As cores marcantes e estampas divertidas começaram a fazer parte da identidade Kipling desde essa época.

O sucesso foi tanto que em 1993 os produtos começaram a ser vendidos nos Estados Unidos e logo se expandiu por outros países.

Ao mesmo tempo, a marca  Kipling passou a apostar em outros acessórios, como calçados, chaveiros e armações de óculos.

Kipling ganha uma repaginada

Em 2003, a marca Kipling foi comprada pelo grupo americano VF Corporation, que começou uma série de ações para encantar também o público adulto.

O design dos produtos ficou mais moderno e as campanhas publicitárias mais fashion.

Como os anúncios nas badaladas revistas europeias e desfiles nos principais eventos de moda do mundo.

Além da linha de bolsas de nylon, uma grife contemporânea foi elaborada com produtos feitos de outros materiais, como couro e jeans, e estampas mais ousadas.

Até os macaquinhos Kipling ganharam versões mais arrojadas, feitas de plástico e metal.

Para essa reformulação, a marca contou com renomados profissionais do mundo da moda, arte e design .

Como a brasileira Glória Coelho, a belga Cathy Pill, as espanholas Anna e Macarena, a cantora Fergie e o britânico Peter Pilotto.

Chegada da Kipling no Brasil

No Brasil, os macaquinhos da Kipling chegaram oficialmente em 1997. E desde então o país se consolidou com um dos mais importantes para a empresa.

Proporcionando lucros que só ficam atrás dos Estados Unidos e Itália.

Atualmente, os produtos são comercializados em mais de 80 nações ao redor do mundo.

Toda a produção da Kipling é feita em fábricas localizadas na China, enquanto o trabalho de criação dos modelos fica centrado na sede da empresa, na cidade belga de Bormem.

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